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Brasileiro co-fundador do Facebook diz que a Ásia é o melhor lugar para investir

Eduardo Saverin disse que espera impactar como investidor de tecnologia com base na Ásia.

Do Mundo-Nipo

O brasileiro Eduardo Saverin, co-fundador do Facebook, disse nesta quinta-feira que o sucesso do site de rede social, Facebook, seria difícil de igualar, mas espera impactar como investidor de tecnologia com base na Ásia.

 

Eduardo Saverin (Foto divulgação da Chinict.org)

Eduardo Saverin na conferência Chinict, na China, em 2012 (Foto: Divulgação da Chinict.org)

 

“A Ásia é, se você olhar para o crescimento da Internet e da telefonia móvel, o centro em termos de onde o usuário e a base de consumidores irão ser no futuro, por isso é fenomenal estar aqui e aprender”, disse o jovem bilionário de 30 anos de idade, em uma conferência de negócios em Cingapura, onde reside e investe em novas empresas asiáticas.

Saverin, que foi listado pela revista Forbes, em 2012, como o oitavo homem mais rico em Cingapura, dono de uma fortuna estimada em cerca de 2,2 bilhões de dólares, disse que não está tentando recriar o sucesso do Facebook.

“Cada passo da minha vida não é sobre a criação de um novo Facebook ou algo novo que necessariamente seja para mais de um bilhão de pessoas”, disse ele.

“É sobre ter certeza de que o que eu faço é gratificante tanto para mim como para outros no mundo.”

Saverin, que se mudou para Cingapura a cerca de quatro anos, mas que raramente fala em público, disse na conferência organizada pelo Wall Street Journal que o Facebook se tornou uma “força democratizante” em todo o mundo.

“O impacto é enorme”, acrescentou, citando o papel das mídias sociais no movimento da democracia no Oriente Médio conhecido como a Primavera Árabe, assim como na mobilização de apoio público após desastres naturais.

Como um investidor em tecnologia start-ups, Saverin disse que a Ásia realizou as maiores oportunidades para empresários como ele.

Severin novamente negou que se mudou para Cingapura, renunciando ao seu passaporte dos Estados Unidos, para tirar proveito de impostos mais baixos da cidade capital, afirmando que foi uma “decisão pessoal” e que nada tinha haver com dinheiro.

“Eu realmente não olho para o dinheiro como algo que eu preciso. Eu só quero ser feliz”, concluiu Severin na entrevista realizada na conferência em Cingapura.

 

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