Política

Grupo de 195 escritores pede a China que liberte mais de 40 homólogos e jornalistas

Entre os 195 escritores estão diversos ganhadores de Prêmio Nobel.

Do Mundo-Nipo

No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, um grupo de 195 renomados escritores pediu à China que respeite a liberdade de expressão e liberte os profissionais de imprensa e escritores presos no país.

 

World Press Freedom Day (Imagem: Unesco / Edição Mundo-Nipo)

World Press Freedom Day (Imagem: Unesco / Edição Mundo-Nipo)

 

Os escritores comemoraram o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa em reconhecimento aos profissionais chineses da ‘escrita e da arte’ em uma carta endereçada ao governo chinês.

“Não podemos, no entanto, escutar as emergentes e grandiosas vozes criativas sem escutar o silêncio daqueles cujas vozes estão restritas pela força”, escreveram.

“Não podemos apreciar os feitos dos criadores chineses em todas as disciplinas, sem pensar no trabalho que não podemos desfrutar pela censura à arte, à imprensa e à internet – ou em outros tantos trabalhos que possam ser imaginados ou criados por estas restrições”, acrescentaram.

Os escritores pediram à China para libertar mais de 40 escritores e jornalistas que estão na prisão, inclusive Liu Xiaobo, autor de um enérgico pedido de reforma democrática que ganhou o Nobel da Paz em 2010.

Entre os 195 signatários estão os ganhadores do Nobel J.M. Coetzee, Nadine Gordimer, Wole Soyinka, Tomas Transtromer e Mario Vargas Llosa, incluindo o Prêmio Nobel de Literatura 2012, o chinês Mo Yan. A carta foi publicada pelo Pen International, grupo literário que promove a liberdade de expressão.

 

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