Política

Empresa japonesa confirma que 10 japoneses ainda permanecem desaparecidos

Shinzo Abe anunciou que tinha recebido “informações pessimistas” sobre diversas baixas de reféns japoneses após o ataque final do Exército argelino.

Da agência EFE

Campo de gás em Amenas, na Argélia. (Imagem reprodução)

Campo de gás em Amenas, na Argélia. (Imagem reprodução)

Tóquio, 20 jan (EFE).- A empresa de engenharia japonesa JGC informou neste domingo que dez dos 17 trabalhadores japoneses com os quais contava no campo de transformação de gás na Argélia permanecem ainda desaparecidos após o ataque final do Exército local.

Dos outros 61 trabalhadores de diferentes nacionalidades com os quais também conta a JGC na unidade, ainda não se pôde entrar em contato com sete deles, detalhou um porta-voz da empresa em declarações publicadas pela agência local “Kyodo”.

Após a ofensiva final, o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, anunciou após conversar com seu colega argelino, Abdelmalek Sellal, que tinha recebido “informações pessimistas” sobre diversas baixas de reféns japoneses, embora até o momento o Governo não pôde determinar o número de mortos.

O ministro porta-voz japonês, Yoshihide Suga, assegurou hoje que o Governo japonês trabalha para tentar confirmar o mais rápido possível o número de japoneses mortos durante o sequestro perpetrado por um grupo terrorista islamita.

Abe, que decidiu encurtar a viagem pelo Sudeste Asiático na qual se encontrava para poder retornar o mais rápido possível ao Japão, convocou ontem mesmo uma reunião com um gabinete especial encarregado de obter informação sobre o estado dos reféns japoneses na Argélia. EFE

 

 

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