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Mulher de 103 anos celebra com cerveja vitória sobre covid-19

Foto: Distribuição/Família Gunn

De origem polonesa, a centenária contrariou estimativas ao vencer o vírus, o que lhe rendeu uma cerveja Bud Light gelada para comemorar.

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Shelley Gunn descreve sua avó Jennie Stejna, de 103 anos, como uma pessoa possuidora de um espírito feroz. Stejna certamente demonstrou esse espírito ao vencer recentemente o novo coronavírus, informou nesta quinta-feira o site norte-americano USA Today.

Três semanas atrás, Shelley disse que sua avó foi a primeira a testar positivo para o Covid-19 na casa de repouso onde vive. Ela estava com febre baixa e foi transferida para uma ala separada na instalação.

A neta disse que, à medida que a condição de Stejna piorava, ligaram para ela dizendo o que pensavam ser o seu último adeus. Shelley então agradeceu a Stejna por tudo o que tinha feito por ela. Quando o marido de Shelley, Adam Gunn, perguntou se Stejna estava pronta para ir para o céu, ela respondeu: “Sim, inferno”.

Porém, contrariando todas as estimativas médicas,  a centenária começou a apresentar melhoras duas semanas após apresentar os sintomas do coronavírus, mais precisamente em 13 de maio, dia em que a neta recebeu a “boa notícia”.

“Nossa! Essa velha avó polonesa derrotou oficialmente o coronavírus”, disse Adam Gunn. “Estamos realmente muito agradecidos”, concluiu o marido da neta.

Jennie Stejna celebra bebendo cerveja | Foto: Distribuição/Família Gunn

A equipe médica deu a Stejna uma cerveja Bud Light gelada para comemorar, algo que ela amava, mas que não fazia há muito tempo, disse a neta.

Segundo Shelley, sua resiliente avó foi a primeira residente no lar de idosos a se recuperar. A instalação, no entanto, ainda têm 33 casos de coronavírus.

Jennie Stejna

Ainda de acordo com a neta, Stejna é de origem polonesa e viveu toda a sua vida em Massachusetts, estado localizado na região nordeste dos Estados Unidos.

Seu marido, Teddy, morreu em 1992 aos 82 anos. Casado em 1938, eles ficaram juntos por 54 anos.

Stejna tem dois filhos, três netos, quatro bisnetos e três tataranetos, contou Shelley Gunn ao USA Today.

*Reportagem de Donna Whitehead, do USA Today / Tradução e edição de Maria Rosa, do Mundo-Nipo (MN).

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