Economia Sociedade

Japão sobe três posições em ranking global de competitividade

A avaliação mais alta se deve, em parte, ao grande investimento das empresas japonesas em pesquisa e desenvolvimento.

Do Mundo-Nipo

O Japão subiu três posições no ranking mundial de competitividade, e ocupa o 21º lugar entre as 60 economias analisadas pelo International Institute for Management Development (IMD).

O estudo, que foi divulgado nesta quinta-feira (22), avalia as condições oferecidas pelos países para que as empresas que atuam neles tenham sucesso tanto nacional como internacional, promovendo crescimento e melhorias nas condições de vida da sua população.

O relatório destaca que “um país competitivo tem bom desempenho econômico, boa infraestrutura e governos e empresas eficientes”.

Compilado anualmente pelo IMD, o índice de Competitividade Mundial 2014 (World Competitiveness Yearbook – WCY), analisou 320 pontos, divididos em 20 assuntos de quatro grandes temas. Dentre as categorias, constam atividades empresariais, educação e mercado de trabalho.

Os Estados Unidos está novamente no topo da lista – pelo segundo ano consecutivo -, seguido por Suíça, Cingapura, Hong Kong, Suécia, Alemanha, Canadá, Emirados Árabes, Dinamarca e Noruega. Segundo o estudo, os EUA permanecem no primeiro lugar, refletindo a força de sua economia, além de números empregatícios superiores e o alto desempenho em tecnologia e infraestrutura.

Entre as economias emergentes, o Brasil caiu três posições e “confirma” colocação entre as dez piores nações do mundo, ocupando o 54º lugar.  China (23º) e Índia (44º) também perderam posições em relação ao índice do ano passado. O instituto atribui o resultado à desaceleração econômica e ao investimento estrangeiro lento nesses países.

Ao Japão foi atribuída uma classificação elevada por conta de sua maior competitividade devido ao iene mais fraco. “Empresas japonesas estão investindo uma grande quantidade de recursos em pesquisa e desenvolvimento”, diz o relatório, justificando a avaliação mais alta do país neste ano.

Entretanto, a dívida do governo e as habilidades de língua estrangeira tiveram notas baixas, o que impediu Japão de ter uma classificação melhor.

*Confira o relatório na íntegra no website da International Institute for Management Development.

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