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Dilma quer brasileiros estudando na Coreia, China e Japão através do Ciência sem Fronteiras

A presidenta destacou Japão, China e Coreia como países de preferência para os brasileiros estudarem através de bolsas oferecidas pelo programa Ciência sem Fronteiras.

Do Mundo-Nipo

A segunda fase do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) terá mais 100 mil bolsas para estudantes brasileiros no exterior, compreendendo o período de 2015 a 2018. O anúncio foi feito pela presidenta Dilma Rousseff, que destacou Japão, China e Coreia como países de sua preferência para os alunos brasileiros estudarem através do programa.

A primeira fase do programa deve alcançar a marca de 101 mil bolsas até o final deste ano.

“Serão mais 100 mil bolsas na segunda etapa do Ciência sem Fronteiras. É muito importante também a variedade de países, porque para nós interessa alunos estudando na Coreia, Japão, China, porque nesses países também tem escolas de alta qualidade”, afirmou Dilma na quarta-feira (25), em solenidade no Palácio do Planalto.

Parcerias
Ao destacar o papel do Ciência sem Fronteiras na qualificação curricular de estudantes brasileiros, Dilma destacou a importância da parceria entre setor público e privado para garantir a concessão de bolsas.

“Levamos dois anos para levar e generalizar o Ciência sem Fronteiras pelo mundo afora, agora aprendemos e vamos acelerar o processo. Quero mais uma vez dizer a importância da participação do setor privado para que a gente possa aumentar o número de matrículas no exterior, número de oportunidades no exterior”, disse a presidente.

Dentro do governo, assessores afirmam que a iniciativa privada não está garantindo todas as bolsas que havia se comprometido na primeira fase do programa – 26 mil, do total de 101 mil.

Mesmo assim, Dilma já disse que o Palácio do Planalto vai bancar as bolsas que eventualmente não forem concedidas pelo setor privado.

Veja mais detalhes no site oficial do Ciência sem Fronteiras.

 


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