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Filme brasileiro concorre ao grande prêmio no Festival de Tóquio

É a primeira vez em 12 anos que um filme brasileiro disputa o “Tokyo Grand Prix” do maior festival de cinema da Ásia e um dos 5 mais importantes do mundo.

Uma produção cinematográfica do Brasil concorrerá ao prêmio principal do Festival de Cinema de Tóquio pela primeira vez em 12 anos. A obra “Nise – O Coração da Loucura”, que traz a consagrada atriz brasileira Gloria Pires como protagonista, foi selecionado para disputar Tokyo Grand Prix na 28ª edição do maior festival de cinema da Ásia e um dos 5 mais importantes do mundo.

Cartaz de "Nise - O Coração da Loucura" (Foto: Divulgação)

Cartaz de Nise – O Coração da Loucura (Foto: Divulgação)

A última vez que um filme brasileiro foi selecionado pata concorrer ao grande prêmio em Tóquio foi em 2003, com a produção “Deus é Brasileiro”, do afamado cineasta Cacá Diegues.

“Nise” concorre com outros 14 filmes selecionados entre os mais de 1,4 mil inscritos de 86 países e territórios. Entre os selecionados, estão três longas-metragens japoneses: “Foujita”, do diretor, Kohei Oguri, “Sayonara”, do diretor Koji Fukada, e “The Inerasable”, do cineasta Yoshihiro Nakamura.

A 28ª edição do festival começa amanhã (22) e decorrerá até o dia 31 de outubro. O festival premia os vencedores em dinheiro: US$ 50 mil para o melhor filme, US$ 20 mil para o prêmio especial concedido pelo júri, melhor ator recebe US$ 5 mil. Há ainda o prêmio de melhor filme pela votação do público, que recebe US$ 10 mil.

O filme “Born to be blue”, que é estrelado por Ethan Hawke, também está entre os selecionados para o festival . No filme, aclamado ator “hollywoodiano”  interpreta Chet Baker, um dos mais marcantes trompetistas e vocalistas do jazz norte-americano – falecido em maior de 1988.

“Nise – O Coração da Loucura”, que ganhou o Prêmio do Júri Popular no Festival do Rio, é baseado na história de vida da psiquiatra Nise da Silveira, interpretada por Glória Pires. Ao voltar a trabalhar em um hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro, na década de 1940, a doutora Nise propõe uma nova forma de tratamento aos pacientes que sofrem da esquizofrenia, eliminando o eletrochoque e lobotomia. Mas seus colegas de trabalho discordam do seu meio de tratamento e a isolam, restando a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início a uma nova forma de lidar com os pacientes, através do amor e da arte. (Fonte da sinopse: Adoro Cinema).

*Saiba mais sobre os indicados no site oficial do Tokyo International Film Festival 2015.

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