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Lucro da Nissan reduz quase 11% no semestre fiscal

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Lucro da segunda maior montadora japonesa somou o equivalente a US$ 2,16 bilhões no período abril-setembro.

Atualizado em 18/11/2018


O lucro líquido da Nissan Motor recuou quase 11% em um ano, somando o equivalente a US$ 2,16 bilhões entre abril e setembro, período que corresponde ao primeiro semestre do ano fiscal 2018. Segundo a companhia, a queda foi menos acentuada graças ao fortalecimento das operações na China.

O relatório de balanço informa ainda que a receita líquida recuou 2,1% na mesma base de comparação ao fechar em equivalentes US$ 48,6 bilhões. Em nota, a Nissan informa que o resultado se deve principalmente a uma redução esperada dos volumes de vendas no atacado, como parte da estratégia atual para reduzir os níveis de estoque das concessionárias e melhorar a qualidade das vendas.

A redução dos níveis de estoque das concessionárias em todo o mundo continua. Segundo a montadora, foram feitos ajustes planejados nos volumes de atacado também no segundo trimestre, o que consequentemente, reduziu a receita do período, apesar de os volumes de vendas no varejo terem se mantido no mesmo patamar do ano anterior.

As vendas globais da segunda maior montadora do Japão recuaram 1,8% no primeiro semestre do ano fiscal, para 2,68 milhões de automóveis. Por região, no Japão, as vendas subiram 0,5%, totalizando 285 mil veículos, graças à forte demanda por modelos como o novo Leaf, a minivan Serena e-Power e o compacto Nissan Note.

Na China, as vendas subiram 10,7%, para 720 mil unidades. Já nos Estados Unidos, os volumes caíram 9,1% ao fechar em 709 mil. No mercado europeu, incluindo a Rússia, com 330 mil veículos, as vendas também recuaram 12,1%, embora as vendas na Rússia tenham aumentado 2,4% para 50 mil unidades.

Em outros mercados, incluindo Ásia e Oceania, América Latina, Oriente Médio e África, as vendas da Nissan subiram 4,3%, para um total de 407 mil veículos vendidos: os volumes de vendas aumentaram sobretudo na Tailândia, Filipinas e no Brasil.

Fonte: Automotive Business.