Notícias

Número de mortos passa de 150 no forte terremoto na Itália

Reprodução/TV Globo

Um forte terremoto de 6,2 graus atingiu na madrugada desta quarta-feira a região central da Itália.

O número de mortos no forte terremoto de 6,2 de magnitude que atingiu a região central da Itália, na madrugada dessa quarta-feira (24), já passa de 150, enquanto equipes de emergência lutam contra o tempo para encontrar pessoas ainda com vida em meio aos escombros, segundo informou a Agência Ansa.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) informou que o epicentro do tremor foi localizado perto da cidade Nurcia, na região de Umbria, às 3h36m (horário local). Uma réplica de 5,5 graus atingiu a região uma hora depois do terremoto inicial, de acordo com ‘O Globo’.

Além de Umbria, o sismo causou danos nas áreas de Lazio e Marche, e foi sentido até na distante Nápoles, cidade portuária no Sul italiano. As cidades mais afetadas são Amatrice, Accumoli e Pescara del Tronto.

O Exército foi mobilizado para ajudar com equipamentos pesados especiais, e o Tesouro italiano liberou ‎235 milhões de euros dos fundos emergenciais. No Vaticano, o Papa Francisco cancelou parte de sua audiência geral para rezar pelas vítimas.

O premiê italiano Matteo Renzi cancelou todos os compromissos no exterior. “O momento é de chorar, mas também de agir. Não deixaremos ninguém só, nenhuma família, nenhuma prefeitura” declarou Renzi, que deveria participar na quinta-feira de uma reunião com socialistas europeus, juntamente com o presidente da França, François Hollande, conforme noticiou a ‘TV Globo’.

Igreja doa 1 milhão de euros
A Conferência Episcopal Italiana (CEI) determinou a imediata destinação de 1 milhão de euros (R$ 3,66 milhões) para as operações de socorro nas áreas atingidas pelo terremoto.

O dinheiro será usado para cobrir necessidades especiais e primeiras emergências. A entidade também fará uma arrecadação em todas as igrejas do país em 18 de setembro, quando acontece seu 26º Congresso Eucarístico, segundo a Agência Ansa.

Comentários