Com uma taxa de crescimento de 12,4%, o recorde foi impulsionado pela demanda em setores com alta escassez de mão de obra, como enfermagem e construção.
Menos demissões, aumento nas contratações entre mulheres, idosos e estrangeiros ajudam a explicar a redução da taxa de desemprego em agosto e setembro.
A tétrica crise demográfica obrigou o Japão, conhecido por priorizar a homogeneidade cultural, a abrir as portas para imigrantes, com o número de estrangeiros residentes atingindo um novo recorde.
Japão quer formar uma força de trabalho global e uma política de imigração em pé de igualdade com outros países em meio à competição global por talentos.
Empresas do setor de serviços serão a mais afetadas pelo desemprego no país em ao crescente prejuízo da crise do coronavírus.
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